Casos como o de Caldas Novas chocam porque parecem algo fora da realidade, que só acontece com os outros.

Casos como o de Caldas Novas chocam porque parecem algo fora da realidade, que só acontece com os outros.

Mas a verdade é que, juridicamente, eles começam do jeito mais comum possível, no improviso do dia a dia.

A porta que fica só encostada, o acesso liberado no costume, a câmera instalada, e nunca conferida.

O procedimento que todo mundo sabe que está falho, mas ninguém prioriza corrigir.

Enquanto nada acontece, tudo parece exagero. E quando acontece algo pior, ninguém consegue responder o básico.

Em tempos de insegurança condominial, a pergunta não é se o prédio tem câmera ou porteiro. Mas, quem cuida juridicamente da segurança do condomínio quando o improviso cobra a conta?!

A questão não é “se der errado”, porque um dia dá, sempre dá, e quando isso acontece, vira responsabilidade civil, investigação e um condomínio inteiro tentando explicar o que nunca foi estruturado.

Se quiser entender como o jurídico entra para organizar a segurança do condomínio antes do problema acontecer, clique no link da bio.

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